Reserva e preços

Que serviços oferece a Azoueiga Tours?

Um acompanhamento completo antes e durante a viagem: ajuda na obtenção do visto, conceção de circuitos à medida, guias, intérpretes e cozinheiros, assistência mecânica e elétrica automóvel com reboque, acampamentos e material de campismo, receção na fronteira e acompanhamento das formalidades, além de aconselhamento de viagem.

Ajudam-nos a obter o visto?

Sim. Acompanhamo-lo no procedimento do visto eletrónico mauritano e indicamos-lhe os documentos necessários e os prazos habituais, para que a autorização chegue bem antes da partida.

Posso colocar questões gerais antes de reservar?

Com certeza. Respondemos a todas as suas dúvidas sobre visitar a Mauritânia — destinos, épocas, orçamento, segurança, vida quotidiana — sem qualquer compromisso da sua parte.

E se eu viajar com outro operador?

Aconselhamo-lo na mesma. Quer parta connosco quer com outro operador, damos-lhe com gosto uma opinião honesta e de terreno sobre o seu programa, as pistas e o equipamento.

O circuito pode ser feito à medida?

É o cerne do nosso trabalho. Construímos o programa a partir do tempo de que dispõe, do seu ritmo e dos seus interesses, de um fim de semana a uma longa expedição saariana.

Propõem excursões de um dia?

Sim, um dia de descoberta na cidade à sua escolha: uma visita guiada que lhe permite captar num só dia os principais locais e a vida local. Ideal para uma estadia curta ou uma escala.

Fornecem guias e intérpretes?

Sim. Guias turísticos muito experientes, conhecedores do terreno, da história e do deserto, e intérpretes nas oito línguas: árabe, francês, inglês, espanhol, italiano, russo, português e alemão.

Podemos ter um cozinheiro durante a viagem?

Sim, colocamos à sua disposição cozinheiros que acompanham o grupo e preparam as refeições no acampamento, tendo em conta regimes especiais se nos forem indicados com antecedência.

O meu carro avariou na estrada ou no deserto — podem ajudar-me?

Sim. Dispomos de mecânicos e eletricistas auto, bem como de um serviço de reboque em qualquer ponto da Mauritânia. Ligue-nos, indique a sua posição e tratamos do resto.

Fornecem material de campismo?

Sim: acampamentos e material de campismo completos e prontos a usar, a qualquer momento e no local da Mauritânia que escolher.

Viajo no meu próprio veículo ou de mota — oferecem assistência?

Sim, asseguramos a assistência a viagens autónomas e a comboios: rally raid e convoy assistance para 4x4, e também para motas e bicicletas, com logística, combustível, água e apoio mecânico em rota.

Um guia pode receber-nos na fronteira?

Sim. O nosso guia recebe-o no posto fronteiriço e acompanha-o durante toda a estadia na Mauritânia: nunca está sozinho, desde o primeiro quilómetro.

Ajudam nas formalidades fronteiriças?

Sim, explicamos antecipadamente os documentos e as etapas necessárias à entrada e à saída, e acompanhamo-lo no posto para que as formalidades decorram sem sobressaltos e com a menor espera possível.

Visto e entrada

O que devo saber sobre os vistos mauritanos?

Desde janeiro de 2025, todos os visitantes da Mauritânia têm de solicitar um visto eletrónico antes da viagem. O prazo de tratamento varia entre algumas horas e várias semanas. O Senegal aplica um regime de isenção de visto a numerosos países, mas não a todos, enquanto a Gâmbia funciona com o princípio do visto à chegada. Recomendamos que se informe cedo sobre a regulamentação aplicável ao seu país e solicite os vistos necessários com bastante antecedência, e ainda que reserve o seu voo pouco depois da confirmação do orçamento.

Segurança

A Mauritânia é um país seguro para os turistas?

Sim. Não foi registada qualquer operação terrorista em solo mauritano desde 2011, e o país é hoje um dos mais estáveis do Sahel. Os grandes destinos são visitados normalmente ao longo de toda a época.

Quando ocorreu o último ataque contra turistas?

Em 2007, perto da cidade de Aleg. Desde então não foi assinalado qualquer incidente comparável.

Que zonas se devem evitar?

A faixa fronteiriça do extremo leste, entre a Argélia e o Mali. De qualquer forma não inclui nenhum destino turístico: não há razão para se aproximar.

O conflito no Mali afeta a Mauritânia?

Os seus efeitos param, na sua maioria, na fronteira. A Mauritânia acolhe dezenas de milhares de refugiados malianos no Hodh Ech Chargui sem que a insegurança se tenha propagado ao interior do país.

É possível visitar Oualata e Tichitt apesar da proximidade da fronteira?

Sim. Nenhuma das duas cidades conheceu incidentes de segurança nos últimos anos. Viajar em comboio ou com guia local é recomendado por razões logísticas ligadas ao deserto, não por questões de segurança.

E quanto a viajantes sozinhos e a mulheres?

A Mauritânia é um país calmo e a pequena criminalidade continua rara. Aconselha-se vestuário discreto, respeito pelos costumes de uma sociedade conservadora e a reserva dos circuitos no deserto através de uma agência licenciada.

A que devo prestar especial atenção enquanto turista?

Sobretudo ao sol e à desidratação: chapéu, protetor solar e pelo menos 3 a 4 litros de água por dia. Depois à logística — distâncias enormes, postos de combustível muito espaçados, cobertura de rede limitada fora dos eixos principais. A segurança raramente levanta problemas.

Como se comportam a polícia e o exército com os turistas?

Com cortesia e, em geral, com boa vontade. Vai encontrar muitos postos de controlo: mantenha o passaporte à mão e prepare fotocópias da página de identificação e do visto (as chamadas fiches) para distribuir — acelera bastante as formalidades.

A que se deve atender numa viagem autónoma pelo deserto?

Nunca parta sozinho: dois veículos no mínimo, placas de desencalhe, pneus e ferramentas completos, GPS com trilhos carregados, telefone satélite, 5 litros de água por pessoa e por dia e combustível de reserva. Comunique o seu itinerário antes de partir e não conduza de noite. Nas zonas fronteiriças do norte, nunca saia das pistas existentes: subsistem minas.

Saúde e vacinas

O que faço se adoecer na Mauritânia?

As clínicas privadas de Nuaquechote oferecem cuidados aceitáveis; no interior existem sobretudo centros de saúde básicos. Leve uma farmácia pessoal e subscreva um seguro que cubra a evacuação sanitária.

Que água é potável?

A água engarrafada, disponível em todo o lado. A água da torneira e a dos poços não são recomendadas aos visitantes; nos circuitos pelo deserto, a água dos jerricãs deve ser filtrada ou tratada.

Há risco de malária?

Sim, mas localizado: sobretudo no sul (vale do rio Senegal, Guidimakha, Assaba, os Hodh) durante e após a estação das chuvas, de julho a outubro. Nuaquechote e todo o norte desértico apresentam risco muito baixo. Consulte um médico antes da partida sobre a profilaxia e use repelente e mosquiteiro.

Há cobras venenosas no deserto mauritano?

Sim: víboras-cornudas, víboras-das-pirâmides e, mais a sul, najas. Os encontros são raros e estes animais fogem do homem; os acidentes envolvem quase sempre alguém que pisou ou pôs a mão sem olhar.

Tem conselhos para lidar com cobras e mordeduras?

Prevenção: botas altas, lanterna à noite, nunca a mão num buraco ou debaixo de uma pedra, tenda fechada e sapatos sacudidos ao acordar. Em caso de mordedura: acalme e imobilize a vítima, retire anéis e relógios, mantenha o membro parado e em posição baixa, nunca corte, sugue ou aplique garrote, e chegue o mais depressa possível a um centro médico. Memorize o aspeto da cobra sem tentar capturá-la.

Há escorpiões?

Sim, várias espécies, algumas com picada dolorosa. Reflexos básicos: sacudir sapatos e saco-cama, não dormir diretamente no chão sem esteira e não levantar pedras com a mão nua. Uma picada justifica consulta médica, sobretudo em crianças.

Clima e estações

Qual é a melhor altura para viajar?

De outubro a abril, com o ótimo entre novembro e março: dias quentes e soalheiros, noites frescas. O verão (maio-setembro) é muito duro no deserto, mas é a época da guetna, a colheita das tâmaras nos oásis.

Que temperaturas há no deserto?

No inverno, 25 a 30 °C de dia e por vezes 5 a 10 °C à noite, menos no Adrar. No verão, 45 °C ou mais à sombra. A amplitude entre dia e noite é considerável: leve sempre um polar, mesmo vindo à procura de sol.

A Mauritânia é afetada pelo harmatão?

Sim. Este vento seco e carregado de poeira sopra sobretudo de dezembro a março, velando o céu com uma bruma ocre, reduzindo a visibilidade e atrasando por vezes os voos. Leve um chèche, óculos e proteção para as máquinas fotográficas.

Dinheiro e câmbio

Como obtenho ouguiya, a moeda mauritana?

Apenas no local: a ouguiya (MRU) não é convertível e não se compra no estrangeiro. Troque euros em numerário num banco ou numa casa de câmbios autorizada, ou levante nos multibancos de Nuaquechote e Nouadhibou (Visa é mais aceite do que Mastercard).

Pode pagar-se com cartão de débito ou de crédito?

Raramente. Só alguns grandes hotéis e agências aceitam cartão, muitas vezes com comissão. A Mauritânia funciona a dinheiro: leve euros para trocar e uma reserva de moeda local antes de sair da capital.

Existe uma cultura da gorjeta?

Não é sistemática, mas é sempre apreciada. Conte o equivalente a 5 a 10 € por dia para um guia, um pouco menos para um motorista e uma pequena quantia para um carregador ou guarda de estacionamento. Nos restaurantes, basta arredondar a conta.

Qual é a taxa de câmbio da ouguiya face ao euro, ao dólar e à libra?

A moeda é a ouguiya mauritana (MRU, símbolo UM). A título indicativo: 1 € ≈ 43-45 MRU, 1 $ ≈ 39-40 MRU, 1 £ ≈ 50-52 MRU, com ligeiras variações diárias — verifique a cotação no dia da partida. O euro é o mais fácil de trocar, seguido do dólar; a libra só é aceite em bancos e casas de câmbio de Nuaquechote. Note ainda que muitas pessoas continuam a contar em ouguiyas antigas (1 nova = 10 antigas): confirme sempre a unidade utilizada.

Transporte e estradas

Como funcionam os transportes públicos entre cidades?

Funcionam bem: autocarros e miniautocarros nos eixos alcatroados (Nuaquechote–Rosso, Estrada da Esperança, Nuaquechote–Atar–Nouadhibou) e táxis coletivos por todo o lado. Parte-se quando o veículo enche, não a horas fixas. O comboio do minério Nouadhibou–Zouérate continua a ser uma experiência única.

Como orientar-me fora dos caminhos habituais?

Com aplicações offline (Maps.me, OsmAnd), um GPS carregado com trilhos GPX e uma bússola de reserva. As pistas desdobram-se e deslocam-se com a areia: um guia local continua a ser a solução mais segura e mais enriquecedora.

Como ir por terra de Marrocos / Sara Ocidental para a Mauritânia?

Pelo posto de Guerguerat, a sul de Dakhla, a única passagem aberta. Entre os dois postos estende-se uma curta terra de ninguém onde é imperativo permanecer na pista traçada, devido às minas. Conte várias horas de formalidades, um seguro de veículo a subscrever do lado mauritano e dinheiro em euros.

Que possibilidades tenho para entrar no Senegal por via terrestre?

Duas passagens: Rosso, a mais movimentada, com travessia de ferry e fama de esperas e de intermediários insistentes; e a barragem de Diama, mais a sul, geralmente preferida por quem viaja de carro — acesso por uma pista ao longo do parque do Diawling e portagem a pagar.

Que possibilidades existem de entrar e sair para o Mali e a Argélia?

Existem postos, nomeadamente para o Mali a sudeste e um ponto de abertura para a Argélia no extremo norte, mas estes itinerários são desaconselhados a viajantes independentes e o seu funcionamento varia. Informe-se junto das autoridades e da sua embaixada mesmo antes de partir.

A que se deve atender na importação de um veículo?

Na fronteira é emitida uma guia temporária (passavant) por um período limitado, prorrogável junto das alfândegas em Nuaquechote, e o seguro local é obrigatório e subscrito no local. Verifique se os documentos estão em nome do condutor; caso contrário, é exigida uma procuração. A venda de um veículo no país está sujeita a regulamentação estrita.

Que companhias aéreas voam para a Mauritânia?

Sete companhias ligam regularmente o país ao estrangeiro: Mauritania Airlines (a companhia nacional), Royal Air Maroc via Casablanca, Tunisair via Tunes, Air Algérie via Argel, Air Sénégal via Dacar, Turkish Airlines via Istambul e Air France via Paris, às quais se junta a ligação a Las Palmas (ilhas Canárias), assegurada tanto a partir de Nuaquechote como de Nouadhibou. A maioria dos voos internacionais aterra no Aeroporto Internacional de Nuaquechote-Oumtounsy, recebendo Nouadhibou igualmente voos internacionais; a Mauritania Airlines assegura ainda as ligações internas às principais cidades. As frequências variam consoante a época: confirme-as no momento da reserva.

Alojamento e acampamento

Pode fazer-se campismo?

Sim, o bivaque é comum e culturalmente bem aceite. Afaste-se das habitações, peça autorização perto de aldeias e palmeirais e não deixe resíduos. No inverno, leve um saco-cama quente: as noites saarianas são frias.

Existe uma comunidade de couchsurfing na Mauritânia?

Existe, mas é muito reduzida e concentra-se em Nuaquechote. Na prática, a hospitalidade espontânea — um convite para o chá ou para dormir sob a tenda — é bem mais frequente do que a própria plataforma.

Comida e bebida

Posso comer vegetariano ou vegano?

Sim, com alguma antecedência. Arroz, cuscuz, legumes, lentilhas, pão, tâmaras e fruta há por toda a parte, mas a cozinha assenta muito na carne: avise a sua agência ou anfitrião com antecedência, pois a ideia de uma "refeição sem carne" não é evidente.

Costumes e cultura

Quais são os códigos culturais para os visitantes?

Roupa que cubra (ombros e joelhos, também nos homens), cumprimentos longos e calorosos e uso da mão direita para comer e para entregar objetos. Aceite o chá quando lho oferecerem: é o coração da hospitalidade mauritana. Evite demonstrações de afeto em público.

Enquanto turista, sou importunado na Mauritânia?

Muito pouco. Não existe o assédio comercial de outros destinos. Poderá receber algumas propostas de guias ou cambistas em Nuaquechote e nas fronteiras, mas sem insistência excessiva.

Todos os mauritanos falam francês?

Não. O árabe é a língua oficial e o hassaniya a língua corrente, a par do pulaar, do soninquê e do wolof. O francês continua muito difundido na administração, no comércio e entre as pessoas escolarizadas, mas não em toda a parte.

Consigo desenrascar-me com inglês?

Com dificuldade, fora dos guias profissionais e de alguns jovens. Algumas palavras de francês ou de árabe facilitam enormemente a viagem.

A que se deve atender durante o ramadão?

Não coma, beba nem fume em público durante o dia. Muitos comércios e restaurantes fecham até ao pôr do sol e os horários administrativos são reduzidos; em contrapartida, as noites são muito animadas e os convites para o desjejum são frequentes.

O que faço perante pessoas que pedem esmola?

Uma recusa educada é perfeitamente aceitável. Se quiser dar, faça-o com discrição e em pequenas quantias; no caso das crianças, é preferível apoiar uma escola ou associação local do que incentivar a mendicidade individual.

Posso fotografar pessoas?

Só depois de pedir autorização, sobretudo às mulheres. É proibido fotografar edifícios militares e administrativos, esquadras, portos, aeroportos e postos fronteiriços. Uma breve conversa abre muito mais portas do que uma teleobjetiva.

O que levar

O que devo evitar levar para a Mauritânia?

O álcool é proibido, tal como a carne de porco, os estupefacientes (penas muito pesadas), os drones e qualquer material de proselitismo religioso. Material militar, armas e binóculos de visão noturna também criam problemas nas fronteiras.

Posso usar drones na Mauritânia?

Não, salvo com autorização oficial prévia, raramente concedida. Os drones são regularmente confiscados à entrada no país, tanto no aeroporto como nas fronteiras terrestres. É melhor não os levar.

Ligação e eletricidade

Que operadoras de telecomunicações existem na Mauritânia?

Três: Mauritel (a melhor cobertura, sobretudo no interior e no deserto), Chinguitel e Mattel. Os cartões pré-pagos são baratos e registam-se com o passaporte em poucos minutos em qualquer agência ou ponto de venda. Os dados locais custam muito menos do que o roaming, embora os grandes ergs continuem sem cobertura. As carteiras móveis (Bankily, Masrvi, Sedad) são também muito utilizadas no país.

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